Centro Social e Paroquial Nossa Sr.ª da Luz

Fundação Padre Américo

GCA, Cartão de visita


cliente: Ginásio Clube de Alpendorada
md: mostrar a ligação ao, desporto, natureza e lazer. A nuvem de palavras apresenta as actividades, locais e valências do clube. Edição limitada com o objectivo de aumentar, modificar a nuvem de palavras.

Encontros em Família

Pastoral Familiar | Paróquia de Alpendorada e Matos

Rola&Queima


Cartaz promocional descida radical de carrinhos de rolamentos
cliente: JF Soalhães
www.rolaequeima.com

Caminhos da Liberdade, Pedras Moinhos e Aromas



cliente: JF Soalhães
md: Cartaz de divulgação do Percurso Pedestre Caminhos da Liberdade do PMAS.

O designer sou eu?



Está tudo nas mãos do cliente? Esta sátira ao envolvimento do cliente no design vem suportar o post anterior acerca da intervenção do cliente. Os ingleses têm uma pequena frase mas muito boa que se aplica que nem uma luva: 'keep it simple'.

via: oblogdapublicidade.blogspot.com

Ode ao logótipo amador

A história que apresento é um exemplo do que acontece algumas vezes com alguns clientes, que por razões 'desconhecidas' contratam um designer para fazer um trabalho profissional, mas insistem em distorcer e aplicar o seu 'bom gosto' e 'conhecimento' no desenho. Eis a história, entre dois amigos, partilhada por email:



Lori Starr escreveu...

Olá John,

A pior coisa no design é o cliente.
Já alguma vez disseste isso, também?

Não dá para acreditar no gosto deles.
Pediram-me para desenhar um logótipo para um centro de terapia de crianças com cavalos.
Decidi fazer algo limpo, aprazível e actual.

Será que as pessoas não entendem que o logótipo não tem de contar a história toda?
Vê o que te envio neste email. Vê que apresentam o mundo, o cavalo, todas as crianças e, ainda, uma cadeira de rodas!

Não consigo perceber. Claro que não terminei o trabalho, mas como hei-de convencer as pessoas que o logo não tem de ter todos os elementos que eles pensam?

Este é esboço que eles me enviaram...

E este (abaixo) é o meu design...

... e este foi o texto que enviei ao cliente...

Este logo apresenta um design depurado e bastante flexível por que envolve poucas linhas. Pense na quantidade de locais onde pode aplicar este logo. Se desejar aplicar numa t-shirt ou num boné (que seria óptimo para utilizar enquanto cavalgam ao sol)? Ou pretendem aplicar numa lona, sinalização, pins, garrafas de água, canetas, etc.?


Depois ainda apresentei uma alternativa...

..e os meus apontamentos foram..

Este conceito alternativo destaca o globo por detrás do cavalo. Este exemplo é mais intrincado, com as linhas do globo. É preciso ter em atenção como e onde se vai aplicar esta solução. Se o utilizar no papel e outros suportes de papel, não haverá problemas. Quero que tenham atenção essencialmente à aplicação noutros suportes.


Por fim, eis o que eles escolheram...


_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _

Lori, eu diria que o cliente não queria um logótipo. Queriam uma pequena história.

John.




via: mcwade.com

Não, obrigado!

Na procura de novos clientes já ouvi algumas vezes o "não".

Curto e grosso, deixa-me por vezes desarmado e em casos extremos com vontade de voltar para casa e dedicar-me à agricultura...

Contudo estive a reflectir sobre essa palavra de negação e que tipos de "não" já ouvi até hoje. Eis as primeiras conclusões:

1. Não, não quero! Este é provavelmente o que traz algo de amargo e hóstil no tom como é dito. E dito isto, só volto lá se for parvo. O melhor disto é que são raros os que aparecem neste estilo.

2. Não, por enquanto! Este é do tipo de clientes que não precisam dos nossos serviços por enquanto. Custa um pouco ouvir este "não" mas deixa uma porta aberta para um próximo contacto. Importa manter contacto com este possivel cliente. E isso pode fazer-se pedindo ao cliente que nos permita ir enviando uns emails com ideias e se calhar uns telefonemas.

3. Não tenho a certeza se preciso disso já! - Não é um "não" redondo e da-me a sensação de vai querer se eu conseguir dar bons exemplos dos trabalhos realizados. O cliente mostrou-se interessado e isso é uma oportubidade para mostrar o que és capaz. Por isso é bom indicar ao cliente o portfólio (num blog tipo este) e dizer-lhe para se inscrever na newsletter.

Dica: não cair na tentação de fazer um trabalho de demonstração a pedido do cliente. Para isso existem os portfólios para que possam analisar e dizer se gostam do nosso trabalho. Ao fazerem isso estão a exercer alguma especulação sobre o designer e suas ideias.

4. Eu não preciso, mas conheço alguém que poderá estar interessado! Este é um "não" que nos dá o bónus de uma referência. A entidade/pessoa A deu-nos o contacto da entidade/pessoa B, e nós passamos a apresentarmo-nos com maior à-vontade. Passamos a negociar em terreno aberto e mais ameno.


Por agora é isto. Com o tempo, bons trabalhos e a soma de referências estes "nãos" vão desaparecendo dando lugar ao delicioso SIM.



Confraria do Granito


Estudo para o emblema/logótipo da Confraria do Granito em Alpendorada.
podem descarregar aqui o ficheiro em pdf com a apresentação e memória descritiva.
A vossa opinião

Os logótipos da crise








Chegou-me por email e não tem identificação do autor. Se alguém souber a fonte desta arte, favor dizer.

Digital Zone


cliente: DZ - Digital Zone Informática e Sistemas de Segurança
wwww.digital-zone.pt

Papergraphic de Yulia


papergraphic ou papeisgráficos da designer gráfica Yulia Brodskaya surge este fantástico trabalho mesmo quando afirma estar sem ideias.

Querido Deus/ Lucifer


Não é em jeito de agradecimento, nem é reflexão ou conclusão do fim de ano, é apenas uma mostra do que melhor se faz por aí na arte dos cartazes. É destes artistas.

Cartaz Planeta Goal

BELLAX - Consultadoria Informática Comunicação e Imagem